Alternativas místicas

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Alternativas na jardinagem

Jardinagem

Violetas: aprenda como cultivar essas pequenas e belas flores
Comentários
Fonte:
Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo

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    Violetas se adaptam bem aos ambientes internos, mas precisam de luminosidade e substrato drenado
  • Violetas se adaptam bem aos ambientes internos, mas precisam de luminosidade e substrato drenado
Pequenas e vistosas, pertencentes à família Violaceae, as violetas se adaptam muito bem aos ambientes internos e, se mantidas em condições favoráveis, são capazes de florir o ano todo. Segundo o arquiteto e paisagista Marcos Malamut, o grande segredo no cultivo dessas flores é a escolha de um local apropriado que forneça bastante luminosidade para a plantinha florescer.
"O melhor é mantê-las próximas às janelas mais luminosas, mas protegidas de qualquer incidência de luz solar direta, que pode queimar suas folhas e flores", explica Malamut. Para saber se o lugar é adequado, basta observar a aparência da planta, que é influenciada pela intensidade da luz. Com luminosidade insuficiente o vegetal não floresce e pode produzir folhas com pecíolos (caule das folhas) muito longos. Caso receba luz em excesso pode apresentar aparência atrofiada, produzindo folhas frágeis, com pecíolos mais curtos e folhagem pálida, ensina o paisagista.

PLANTE UMA JABUTICABEIRA:

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Segundo a paisagista e designer de interiores Sara Palamoni, há diversos cultivares de violetas reconhecidos pelas cores das flores que variam entre branca, rosa, roxa até bicolor, como rosa com borda branca e, por essa variedade, há adequações na forma de cultivo. "Plantas que produzem folhas verde-escuras com talos longos podem exigir níveis mais elevados de luz, enquanto que as variedades com folhagem verde-claras frequentemente exigem níveis mais baixos", pontua Malamut.
Outro cuidado com o lugar de cultivo se refere à temperatura: o ideal é que o ambiente não seja muito quente durante o dia nem muito frio à noite; violetas gostam de calor moderado para que não haja prejuízo em seu crescimento e florescimento. "Se possível, escolha um lugar fresco no verão e protegido no inverno", recomenda Malamut. Palamoni, por sua vez, indica os parapeitos de janelas - que recebem sol e calor de maneira indireta, através do vidro – como bons pontos de cultivo.
Rega, poda e adubação
Segundo o paisagista João Jadão a violeta é uma planta sensível ao excesso de água, porque apresenta raízes muito finas e exige substrato com boa aeração. Apesar de serem comumente comercializadas em vasinhos de plástico o ideal é que estejam em suportes de barro, que evitam o acúmulo de água. Palamoni recomenda a rega com intervalo de um dia, para facilitar a drenagem e não encharcar o solo.

CULTIVE ACEROLAS:

  • Getty Images
O substrato deve ser tratado de maneira adequada com ajuste do pH a uma faixa entre 5,8 a 6,5 com misturas ricas em matéria orgânica e inserção de materiais como perlita, vermiculita ou casca de pinus triturada. "O ideal é que o substrato se estruture em 50% de sólidos, 25% de água e 25% de ar", esmiuça Malamut.
O adubo químico do tipo NPK 4-14-8 ou os específicos para violetas (são vendidos em caixinhas com a especificação fertilizantes para violetas) são facilmente encontrados e a aplicação é desejável. "Adicione os insumos pelo menos de três em três meses", recomenda Palamoni.
As violetas também podem ser plantadas diretamente no chão, se o ambiente apresentar as condições que elas apreciam. No entanto, como sempre exige solo bem drenado, barreira contra incidência solar direta, nível de luminosidade alto e temperaturas amenas, o cultivo em vasos é mais viável. Apesar de exigente, a plantinha permite o disseminar de mudas com facilidade. Qualquer folha sadia origina um novo pé. "Basta plantar a folha, sem afundá-la muito, em um substrato de boa qualidade e regá-la", ensina João Jadão.
Tal enraizamento pode ser feito em areia ou vermiculita mantidas úmidas ou em recipientes com água, onde somente a base do pecíolo se mantenha imersa. As plântulas (brotinhos) emergem de seis a oito semanas após o desenvolvimento das raízes. "Há quem prefira remover a folha mãe, neste momento, para evitar o sombreamento das plântulas recém-emergidas", observa Malamut. As mudas podem ser transplantadas para os vasinhos e adubadas com adubo líquido diluído. Ainda de acordo com o paisagista, o tempo total de propagação - a partir de estacas de folhas - é de 14 a 16 semanas.

  • Getty Images   Uma folha de violeta dá origem a outra muda
Replantio
As violetas podem ser replantadas cerca de uma vez por ano ou quando a parte sem folhas do caule apresentar cerca de três centímetros de comprimento. Marcos Malamut afirma que para realizar este procedimento a planta deve ser retirada com cuidado do vaso, com o auxílio de uma faca ou espátula, e removidas todas as brotações laterais, mantendo-se apenas a central.
As filas de folhas também devem ser aparadas de maneira a se manter apenas um anel completo de folhas na planta. Com o auxílio de uma tesoura afiada e desinfetada, a metade inferior da raiz também deve ser aparada. Já o vaso preparado para receber a muda deve ter cerca de um terço do diâmetro da planta. Na hora do plantio, o solo ao redor deve ser pressionado delicadamente de maneira a não alterar o nível do substrato em volta do caule. "Caules muito enterrados podem apodrecer", alerta Malamut.
Plantas recém envasadas não devem receber fertilizantes até que se estabeleçam bem, com o crescimento de novas raízes. Segundo o paisagista, depois de estabelecidas podem ser adubadas quinzenalmente com adubo líquido com formulação apropriada para violetas.

  • Getty Images Há diversas variedades de violetas, bem como plantas que se assemelham fisicamente às flores, mas não pertencem à família Violaceae
Violeta africana
Existem muitas similaridades entre os diversos tipos de violeta cultivados e vendidos e algumas plantas que não pertencem à família botânica das violáceas. As semelhanças físicas tão marcantes que algumas variedades acabam tomando emprestado o nome "violeta", é o caso da popular violeta africana (Saintpaulia ionantha), que na verdade faz parte da família das gesneriáceas (Gesneriaceae).
Segundo o arquiteto e paisagista Marcos Malamut, um dos maiores problemas associados com o cultivo das violetas africanas é a água excessiva, que pode favorecer o surgimento de doenças fúngicas e a consequente podridão da base da planta. "O pratinho não pode permanecer cheio de água, pois essas plantas são facilmente mortas por conta do excesso de regas", alerta.
Malamut recomenda a rega apenas quando a superfície do substrato começar a secar, além evitar molhar as folhas para não manchá-las. "A temperatura da água também é crítica, o melhor é procurar usar água em temperatura semelhante à do ambiente da planta", conclui.

terça-feira, 18 de junho de 2013

O Brasil Acordou!!! Alternativas Reflexivas sobre as Manifestações

Uma imagem que vai mostrar para o mundo que nós brasileiros estamos vivos e indignados.
O GIGANTE ACORDOU.


22/6/2013 na página UOL
http://noticias.uol.com.br/album/2013/06/22/protestos-em-sao-paulo.htm?fotoNavId=pr10375899

Arrumando a Casa "ACORDA BRASIL" Meu país, minha vida! - Alternativas para entender as manifestações junho 2013

O Gigante acordou!
Ninguém sabia o que estava acontecendo. Mas estava acontecendo.
TEXTO SUPER INTERESSANTE
Ninguém sabia o que estava acontecendo. Mas estava acontecendo.

Alexandre Versignassi 18 de junho de 2013

A Juscelino desemboca na Marginal num complexo sinistro de avenidas e túneis. São mais pistas que o aeroporto de Heathrow, separadas por muretas de um metro e meio. Bem ali, fica o shopping mais Dubai da cidade: o JK Iguatemi, um mastodonte branco tão imponente que intimida quem passa a pé na rua.

Mas isso não é problema: ninguém ali passa a pé na rua. Um ET que pousassse lá concluiria que a forma de vida mais comum na Terra é a Range Rover Evoque.
Foi desse pedaço da cidade que eu guardei a minha melhor memória dos protestos de ontem.

A Juscelino estava tomada. Ela e a Faria Lima, a Brigadeiro, a Paulista, a Berrini, a Ponte Estaiada. Todas ao mesmo tempo, pelo que a gente via no Instagram. Nota: os números oficiais falam em menos de 100 mil pessoas na rua. Bom, se o ano-novo na Paulista junta 2 milhões, e só toma uma dessas avenidas, um dos dois cálculos está errado. Mas dane-se.

O ponto é que, uma hora, a gente tinha que pular as muretas da Juscelino, para seguir à direita, em direção à Ponte Estaiada. E daí vem a minha melhor memória: todo mundo se ajudando a pular as placas de concreto. Eu não juntava as mãos para servir de apoio para o pé de alguém desde que era pequeno. Fiz isso para uma menina de 15 anos. E fizeram pra mim também. Numa mureta, uns punks ajudaram. Na outra, um cara de camisa listrada e calça social. Um pouco antes, tínhamos aplaudido a sinfonia que um grupo de motoboys tocou com os aceleradores deles. Uma sinfonia de duas notas, com os motores zunindo em ritmo de grito de guerra. Não era o supra-sumo da afinação, mas naquela hora soou límpido como a voz do David Bowie. Era tanta gente diferente misturada que a minha contabilidade pessoal do número de manifestantes não registrou nem 100 mil pessoas nem 4 milhões. Minha conclusão é que foi “todo mundo”. TODO mundo. Até a deusa morena de vestido branco que ondulava um lençol igualmente branco da sacada de um prédio de 20 mil reais o metro quadrado, achando que a passeata passeava para ela – no que ela tinha toda a razão, pelo menos naquele momento.

Bom, aí eu e basicamente todo mundo tocamos até a Ponte Estaiada. Ninguém estava guiando ninguém: era um caminho natural. A ponte é a Torre Eiffel de São Paulo. Pra mim e pros meus amigos lá seria a Praça da Apoteose da nossa passeata – tínhamos que chegar pelo menos até lá.

E o que a gente queria era ver a ponte com gente em cima dela. Gente a pé – algo tão fisicamente improvável quanto a abertura do Mar Vermelho… Mas aquela era uma noite diferente. Uma noite em que mares abriam – a começar pelo Mar Cinza da cidade.

O ápice, aliás, foi ver isso refletido nos prédios, com os vidros do centro financeiro servindo como a tela de iMax de uma superprodução em que os figurantes eram os protagonistas. Cecil B. DeMille assinaria embaixo:

Foi a noite mais bonita da história de São Paulo.

Mas os analistas de sempre concluíram que o “movimento perdeu o foco”, que ninguém sabia contra o que estava protestando. Ok. Mas ei: e daí? Como o meu amigo Maurício Horta notou ontem: ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo. Mas estava acontecendo. E estávamos todos juntos nessa– motoboys, bancários, playboys, engenheiros de produção, vovós, biólogos marinhos, a deusa do vestido branco. É isso que importa.

Créditos:


Crédito da foto de abertura: Ricardo Davino


Das outras três: Guilherme Castellar

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Plantas e flores > Sugestões, "Parece mas não é", quase naturais...

Ícones kitsch, flores artificiais decoram a casa sem deixá-la brega

Fonte/Pesquisa: Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo
Divulgação
 
Para o lavabo, a arquiteta Marília Caetano escolheu a planta artificial que imita a espécie dinheiro-em-penca
Para o lavabo, a arquiteta Marília Caetano escolheu a planta artificial que imita a espécie dinheiro-em-penca
As plantas artificiais, ao contrário do que se pensa, podem proporcionar frescor e beleza aos ambientes da casa. Bem diferentes daquelas flores permanentes vendidas em décadas passadas, elas hoje são produzidas com cuidado e delicadeza e se aproximam bastante da aparência das verdadeiras. Veja as dicas dos profissionais e deixe sua casa mais bonita com a facilidade de não precisar conhecer o modo de cultivo da planta ou a durabilidade da flor.

Parece mas não é

Hoje em dia há quem não consiga diferenciar a falsa da verdadeira. "Cheguei a tocar em um copo de leite e duvidar que era falso", conta o arquiteto Gustavo Calazans. Além da visível melhoria na qualidade, para garantir a aceitação desse tipo de produto no Brasil, os fabricantes e importadores têm tentado mudar a visão dos consumidores. Uma das estratégias foi alterar a designação de artificial para permanente exatamente para fugir da artificialidade grosseira de décadas atrás e tirar partido da maior qualidade do produto, a durabilidade.


Confira as sugestões de plantas artificiais13 fotos

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Para o lavabo, a arquiteta Flavia Soares optou por um arranjo com a elegante orquídea branca permanente em vaso individual Divulgação
"Com muito cuidado, sutileza e bom gosto podemos decorar com flores artificiais", acredita a arquiteta mineira Giselle Madeira. Para ela, os arranjos naturais são bonitos somente no dia que são montados, depois perdem a vida e deixam a casa com cara mal cuidada. "As flores artificiais não têm esse tipo de problema, se bem escolhidas vão deixar o ambiente sempre alegre e bonito", diz.
Além disso, como não necessitam de luz, estes produtos podem ser a solução perfeita quando se quer enfeitar um canto escuro ou sem ventilação. Para a arquiteta Flávia Soares, as flores, plantas e frutas artificiais só devem ser especificadas em projetos em que não há nenhum tipo de iluminação natural. "Soma-se a falta de tempo do proprietário de cuidar de uma planta verdadeira", completa.
  • Divulgação Para o arquiteto Calazans, vale usar arranjos artificiais em todos os locais desejados, como mostra no ambiente
Assim como Madeira, a arquiteta Marília Caetano opta por colocar esse tipo de produto afastado do toque humano, em locais de difícil acesso, em estantes ou canto de livings. "Prefiro que ainda fique a dúvida se a planta é artificial ou não", explica. Caetano também indica a utilização de plantas naturais com detalhes artificiais, que deem suporte, como a utilização de musgos permanentes em vasos de orquídeas.
Calazans discorda das colegas. Para ele, nenhuma visita vai tocar em uma planta ou flor dentro da casa de alguém, portanto vale colocar estes arranjos artificiais em todos os locais desejados, inclusive em centros de mesa, lavabos, aparadores ou mesas laterais. "É muito mais fácil as pessoas tocarem nas flores em eventos ou lojas, onde a circulação de pessoas é maior e há menos limites", acredita.

Quase naturais

Apesar das novas possibilidades de uso na decoração, ainda resta a pergunta: como fazer para o arranjo não ficar "brega" ou "kitsch"? A resposta está na quantidade e qualidade: quando se busca naturalidade e elegância, o ideal é não mesclar muitos tipos de flores, nem muitas cores.
"Se usar algo com cor em algum arranjo de destaque, o ideal é que as outras flores sejam brancas ou neutras, ou da mesma cor e tipo da flor que já foi usada", explica a arquiteta Paula Ferraz. A função dos arranjos florais é trazer delicadeza, cor e frescor para o ambiente ou ainda destacar um móvel diferente.
"Como servem para adornar e garantir um diferencial, espalhá-las pela casa toda causa um efeito contrário", explica. Na hora de montar o arranjo, Ferraz recomenda que se pense na possibilidade de vê-lo de vários ângulos, para evitar que se evidencie um pedaço pobre ou mal elaborado.
  • Divulgação As orquídeas artificiais possuem detalhes que as deixam bem parecidas com as naturais
Madeira concorda que o excesso e a escolha de cores extravagantes e fora da realidade contribuem para o aspecto artificial do arranjo. "Fazer um arranjo permanente é como fazer um natural, deve-se ter muita sutileza ao escolher tamanho, cores e texturas", explica. É importante comparar as dimensões das flores com o vaso e a superfície onde será colocado o vaso, para criar um espaço harmonioso e valorizado.
Uma dica básica é evitar arranjos muito altos no centro das mesas de jantar ou almoço. Outro grande erro é achar que elas duram para sempre e simplesmente "esquecê-las" como parte do mobiliário da casa. "Sempre que possível é bom renovar a decoração da casa e mudar os arranjos de flores. Elas são permanentes, mas não para sempre", salienta.
Na hora de escolher as espécies, é importante adquirir cópias nativas da região ou que estão na estação de floração, para se adequar à temporada. "Escolher uma espécie que só sobrevive no sul do país e sua casa é no nordeste é um certificado que sua decoração é artificial", explica.
As flores devem ser as mais naturais possíveis, com folhas macias e espinhos que conferem autenticidade à peça, assim como as folhagens que devem apresentar um tom de verde mais real possível. "Algumas flores como lírio ou orquídea são muito parecidas e quando plantadas em vasos podem passar a impressão de verdadeiras", indica a arquiteta Giselle Madeira que recomenda as plantas artificiais feitas de silicone, que são mais próximas das naturais. Tenha cuidado redobrado se optar pelas de plástico.
A duração dos arranjos depende basicamente da qualidade do produto e do local em que será usado. Quando não expostas ao sol, as flores permanentes duram muito mais tempo, por isso não são indicadas para áreas externas da casa como o quintal. "Mas é muito importante ficar atenta às cores, quando elas começarem a perder a vida e desbotar já está na hora de trocar", aconselha Madeira.
Para limpar as flores com acúmulo de poeira, o ideal é lavá-las com detergente neutro e colocá-las para secar com a cabeça para baixo, em um local sombreado.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ALTERNATIVAS LUMINÁRIAS

ALTERNATIVAS LUMINÁRIAS 
Divulgação
Fonte de pesquisa/Créditos:

A beleza da luz: escolha o pendente ideal e valorize o espaço
Karine Serezuella
Do UOL, em São Paulo

  • Na sala, a arquiteta Denise Barretto optou por um conjunto de pendentes da Lumini sobre a mesa lateralNa sala, a arquiteta Denise Barretto optou por um conjunto de pendentes da Lumini sobre a mesa lateral
Pendentes são muitas vezes associados a luminárias sustentadas por fios e detentoras de design moderno, perfeitamente aplicável aos ambientes contemporâneos. No entanto, a variedade de materiais e desenhos das cúpulas permite a aplicação deste artigo decorativo em espaços com estilos distintos (clássico, rústico, despojado, intimista ou sofisticado). Para não se perder nesta abundância de opções, confira as indicações dos especialistas e escolha o pendente que vai virar a peça curinga na sua casa.
Ilumina e decora
Saber como optar pelo pendente ideal pode fazer uma grande diferença no ambiente. Apesar de ser um elemento essencialmente decorativo, deixando o cômodo ainda mais bonito, não esqueça de que sua função é iluminar. "Conforme o modelo poderá emitir luz difusa, radiante ou focada para cima ou para baixo, cada projeto irá demandar a necessidade e a intenção de uma iluminação específica", explica a arquiteta Denise Barretto. De qualquer modo, ressalta a profissional, o pendente funciona muito bem como ponto focal no espaço.
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Veja diferentes modelos de pendentes37 fotos

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De origem italiana, o pendente Wig, com cúpula formada por pétalas de metal, é assinado pelo designer Chris Hardy. A peça custa R$ 14.321 na La Lampe (www.lalampe.com.br) I Preços pesquisados em janeiro de 2013 e sujeitos a alterações Divulgação
Mas onde instalar?
Embora muito indicado e usado sobre a mesa central ou lateral de salas de jantar, o pendente ou o conjunto deles pode ser instalado em qualquer ambiente: salas de estar, quartos, lavabos, varandas, escritórios e halls.
Abaixo, o UOL Casa e Decoração reuniu as dicas de instalação dadas pelas arquitetas Denise Barretto e Marina Bonini, pela gerente de relações comerciais da Bertolucci - marca especializada em luminárias - Elaine Rodrigues e pela lightdesigner da Wall Lamps, Thais Matsouka.
- Antes de escolher o estilo da luminária, defina qual a necessidade de iluminação no ambiente onde a peça será colocada. Pense no efeito geral que se quer criar com a luz emitida. "Um pendente revela o espaço que o contém e o seu efeito pode ser de valorização ou, se aplicado equivocadamente, de total anulação deste espaço, pela criação de sombras indesejáveis", afirma Barretto.
- Preste atenção na proporção e interferência do elemento em relação aos móveis e objetos do ambiente. Sempre o instale a uma altura que não obstrua o campo de visão das pessoas. Ainda sobre a medida vertical da luminária, Matsouka aconselha: "deixe-a no mínimo a 20 cm do teto, porque sem esta distância mínima, todo o charme da peça é perdido".
- Saiba que o material de que a cúpula é feita (tecido, metal, fibra natural, por exemplo) também influencia na luminosidade do local, por isso, seja cuidadoso ao optar por determinado modelo.
- A instalação deste tipo de luminária de modo geral é simples. Basta prender a base para afixação da luminária no ponto elétrico central, fazer a conexão dos fios e regular o cabo que suspende a peça. Entretanto, use sempre equipamentos de segurança, não faça substituições e siga as instruções do fabricante para a montagem e aplicação da peça. Não se esqueça de levar em consideração a especificação das lâmpadas, em especial o limite de potência a ser obedecido.
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Passo a passo: como instalar o pendente13 fotos

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Um cantinho da sua casa está precisando de mais luz? Que tal instalar uma luminária do tipo pendente e usufruir da luz dirigida que ela oferece? O instalador Paulo Maia, da Dominici (www.dominici.com.br), ensina que o primeiro passo é definir com exatidão o ponto a ser iluminado. Em geral, esse tipo de luminária é usado para destacar objetos, peças de mobiliário e compor cantos de leitura. Este passo a passo ensina como instalar um pendente em forro de gesso. Importante! Muita atenção ao mexer com componentes elétricos, sempre desligue o chave geral interrompendo a corrente elétrica e use calçados com sola de borracha Ivan Shupikov/UOL
- Quando o pendente for colocado sobre uma mesa com tampo de vidro, cuide para que o modelo de luminária tenha difusor para evitar o reflexo direto e intenso.
Rodrigues oferece uma solução à combinação "superfície de vidro + pendente": escolha uma luminária com cúpula de tecido que funcione como difusor e posicione-a a uma distância de 80 cm do tampo da mesa. "Com essa composição a luz torna-se suave e as pessoas conseguem permanecer no espaço por longos períodos de modo aconchegante e confortável".
- Mais alternativas de uso: como substituto de um abajur, use um pendente sobre a mesa de canto em uma altura mais baixa, bem próxima ao móvel. A luminária também pode ser aplicada logo acima de bancadas em lavabos, nos cantos de varandas como lanternas ou no centro do ambiente para uma iluminação geral.
- E no quarto, cabe este tipo de peça? Para Bonini, nos dormitórios, uma ótima indicação é usar nas laterais da cama, próxima à cabeceira, proporcionando um foco pontual, ideal para aquela leitura agradável, antes de dormir.
Cada estilo, um pendente
A escolha do modelo de pendente depende diretamente do estilo da decoração. Para aqueles que gostam de uma paginação mais clássica, mas não desejam optar por um lustre, o pendente é boa alternativa. Para ambientes clássicos, a sugestão são os com cúpulas fabricadas em cristal, vidro, cobre ou - ainda - tecidos mais nobres como a seda ou o linho.
  • Sergio Israel/ Divulgação Projetada por Maurício Karam, a sala de jantar, de estilo clean e clássico, conta com pendente em seda azul turquesa (Lustreco)
Por sua vez, para aqueles perfis contemporâneos, existe uma gama enorme de opções de luminárias nacionais e importadas, feitas de materiais variados como alumínio, aço inoxidável, tecido e acrílico. Arranjo bastante adotado em projetos de decoração, os jogos de pendentes que agrupam luminárias em um mesmo ponto está em alta.
Tais arranjos podem ser criados com cúpulas diferentes, brincando com a altura e volume ou peças idênticas na forma e na disposição. "Só é preciso ter cuidado com as dimensões e as cores para manter a harmonia na composição", alerta Bonini.
Rodrigues elenca modelos que garantem um décor moderno: grandes cúpulas levemente cônicas, de tecido estampado, de duas cores; pendentes com formas orgânicas em alumínio, pintado com mais de uma cor; ou então compostos em fibra de vidro com formatos geométricos.
Para ambientes com um ar rústico, há no mercado as luminárias estruturadas em diferentes fibras naturais - como a taboa -, além de outras em madeira, tecidos com tramas mais abertas e de fios mais grossos, rendas típicas, entre outros materiais. Neste caso, vale dar preferência aos produtos artesanais.
Para espaços descontraídos, porém, invista em peças de cores marcantes e design inusitado, podendo até dispor a luminária como uma escultura.
Agora se a intenção é proporcionar ao local um clima intimista, se atente a luz gerada, que deve ser amarelada e de pouca intensidade. "Prefira as luminárias com lâmpadas incandescentes, porque, por mais que os LEDs ou as fluorescentes emitam a luz quente, o efeito nunca é o das lâmpadas de filamento que se assemelham à luz de velas", explica Barretto.
Cuidados com a limpeza e manutenção
A lighdesigner Thais Matsouka diz que a recomendação geral para limpeza do pendente é a remoção de pó com utilização de flanelas de algodão.
Em determinadas luminárias de vidro, também é possível remover a cúpula e lavá-la com água morna e detergente neutro. Para algumas cúpulas de tecido, o uso de aspirador de pó e escova acessória é permitido. Mas para saber como exatamente limpar a luminária sem danificá-la, não deixe de ler as instruções do fabricante.
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Como limpar as cúpulas das luminárias?7 fotos

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O UOL Casa e Decoração preparou dicas para você acertar na limpeza das cúpulas e difusores de suas luminárias e abajures. Atenção! Não esqueça de desligar a luminária antes de iniciar o trabalho Ivan Shupikov/UOL
Fonte de pesquisa/Créditos:

Alternativas para mudanças (o que fazer com móveis...). Alugar, vender ou doar?

Fonte de pesquisa/Créditos: Do UOL, Karine Serezuella, em São Paulo

Mudança: o que fazer com móveis durante uma ausência temporária?

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  • Ao mudar de cidade, mesmo que por um tempo curto, avalie o mobiliário. Defina peças a vender ou doarAo mudar de cidade, mesmo que por um tempo curto, avalie o mobiliário. Defina peças a vender ou doar
Frente a uma oportunidade de estudos ou trabalho que o faça mudar de cidade por certo período, você provavelmente se questionará quanto a que atitude tomar em relação ao mobiliário da casa, independente se mora em imóvel próprio ou se é inquilino. Para aqueles que não querem se desfazer completamente dos móveis, o UOL Casa e Decoração reuniu alternativas e explica como alugar um box de empresas do tipo self storage. Assim, diante desta mudança temporária, calcule, escolha a melhor opção e viaje sem preocupações.
Casa própria ou aluguel?
Para quem é dono do imóvel onde mora, uma boa solução é alugá-lo pelo período exato da viagem. Para o instrutor sênior da empresa MoneyFit e especialista em educação financeira, Antônio De Julio, esta é uma forma de fazer dinheiro e custear a manutenção fixa da residência como IPTU, energia elétrica e condomínio sem ter que mexer no bolso. "Para evitar problemas futuros, convém fazer um contrato com o locatário para que este fique ciente do dever de entregar a casa em ordem ao final do tempo estimado de locação", aconselha De Julio.
E o que fazer com os móveis? O educador financeiro considera que um imóvel mobiliado tem um "plus" quando comparado com um imóvel sem mobília e eletrodomésticos. Entretanto, é preciso se desapegar completamente ou alugar um box em empresas conhecidas como guarda-móveis, apenas para aquelas peças de valor afetivo e familiar. "É fazer as contas e ver se realmente vale a pena", conclui.

  • Getty Images Se sua casa é alugada, não é viável manter a locação enquanto estiver fora da cidade
Por outro lado, se você mora em uma casa alugada, De Julio não aconselha manter o contrato durante a ausência, mesmo que por poucos meses. "É preciso calcular minuciosamente os gastos caso queira continuar pagando a locação, porque haverá também as despesas com o imóvel em outra cidade. O aconselhável é que estes ônus com moradia não ultrapassem 15% da renda mensal", explica.
Uma saída mais financeiramente saudável é, se o proprietário do imóvel permitir, relocar a casa ou apartamento durante o tempo da viagem.
Alugar um box, doar ou vender?
Para a personal organizer e uma das sócias da empresa Espaço Ordenado, Ana Paula Vanzan, mudar de cidade, mesmo que temporariamente, é sempre um proveitoso momento para avaliar seu mobiliário e definir o que preservar e o que colocar à venda ou doar. "Use as redes sociais para anunciar os itens a serem vendidos e pesquise quais as instituições que aceitam doações; existem aquelas que até mesmo agendam e retiram sem custo peças em bom estado", recomenda a organizadora.
Contudo, analise as opções oferecidas por empresas de self storage (expressão em inglês que significa auto-armazenamento) ou de guarda-móveis para aquelas peças que deseja preservar e não pode ou quer manter dentro de casa. Nos boxes para locação do self storage, além do mobiliário propriamente dito, é possível guardar documentos, mercadorias, livros, equipamentos de esporte, objetos de decoração, roupas, sapatos e entre outros.
Neste tipo de serviço, o cliente pode escolher o box privativo no tamanho adequado à sua necessidade e pelo tempo que quiser. Para a gerente de marketing da empresa Rent a Box, Márcia Fruchtengarten, o que diferencia o sistema de armazenamento normal utilizado por muitas transportadoras do self storage é a privacidade, organização e segurança. "Somente o cliente tem acesso ao box e todo espaço tem monitoramento 24 horas, garantindo que tudo permanecerá em perfeito estado".
O gerente de marketing da empresa StokArea, Rafael Matos, explica que o custo deste tipo de serviço depende do tamanho do box a ser alugado para comodar móveis e objetos. "Em média, o custo inicial de um depósito com dimensões entre dois e três metros quadrados é de R$ 200", diz.
Entretanto, para saber se o custo-benefício do serviço é viável, faça um levantamento dos valores dos móveis e objetos a serem armazenados segundo seu estado atual e, em seguida, verifique o custo do box necessário para guardar todos os itens, calculando o dispêndio pela dimensão e tempo de aluguel do espaço.
Como você pagará por cada metro quadrado do depósito, o ideal é, quando possível, desmontar as peças. "Fique atento e condicione em um saco todos os parafusos, porcas e outras pequenas partes, junto ao móvel desmontado", lembra Vanzan.

  • Divulgação/StokArea O box de empresas de auto-armazenamento pode ser locado no tamanho e pelo tempo que desejar
Organize!
Para um melhor armazenamento dos móveis, Matos listou outras orientações sobre higiene e cuidados:
- Limpe todos os itens antes de guardá-los.
- Somente guarde materiais não perecíveis.
- Embrulhe cada material, armazene em caixas e feche com fita adesiva.
- Identifique todas as caixas usando caneta de ponta grossa e faça uma relação dos itens guardados.
- No caso de empilhamento, armazene primeiramente os objetos maiores e mais pesados e, por cima, os objetos menores e mais leves.
- Para facilitar o acesso, deixe um pequeno corredor no meio de seu espaço de armazenagem e não apoie objetos nas laterais das pilhas de caixas.
- Coloque os itens com maior frequência de manuseio próximos à porta, caso seja necessário o uso. Em casos de armazenamento de arquivos, mantenha fácil acesso a eles.
- Certifique-se de que geladeiras, freezers e fogões estejam limpos e secos. Deixe as portas semi-abertas e utilize o espaço interior para guardar elementos pequenos e delicados.
- Para aqueles objetos não-guardados em caixas, use capas, plástico bolha ou cobertores para proteção.
- Sempre utilize cadeados de boa qualidade e nas dimensões adequadas para trancar seu box.
Geralmente, estes boxes possuem um sistema de ventilação apropriado para proporcionar um bom arejamento interno. Mas não custa tomar medidas para evitar a umidade no espaço e o consequente comprometimento dos móveis: antes de posicionar qualquer móvel ou caixa, cubra toda área do piso de armazenamento com plástico bolha. Para Fruchtengarten, outro modo de manter a umidade longe, é colocar o mobiliário em cima de pallets de madeira, permitindo uma maior circulação do ar.
Casa desocupada, mas viva
Agora se a sua decisão é fechar a porta e deixar todos móveis em sua casa, durante o tempo que estiver morando em outra cidade, a personal organizer, Ana Paula Vanzan, recomenda que o mobiliário de grande porte seja coberto por lençóis. Outro cuidado é retirar da tomada todos os eletrodomésticos.
Para manter a casa "funcionando", em ordem e bem cuidada, peça para que um amigo, parente ou outra pessoa de confiança vá à residência, a cada 15 dias. "O ideal é que alguém abra as janelas, dê descargas e abra as torneiras, limpe a poeira, ligue a geladeira e a deixe funcionar o dia todo", orienta.

CARIDADE QUE FAZ BEM: PARA ONDE DOAR MÓVEIS?

APAE de São PauloPara o bazar da entidade, são aceitas doações de materiais, entre eles, móveis novos ou em bom estado. Para agendar a retirada ou ter mais informações, ligue para o telefone 11 5080-7000 .
Mercatudo Casas André LuizPara o bazar da instituição, que atende deficientes intelectuais, as doações da Grande São Paulo, região de Campinas e Sorocaba são retiradas através de atendimento pelo telefone 11 2459-7000 . A entidade aceita somente móveis em bom estado de conservação.
Lar Escola São FranciscoO bazar da entidade comercializa produtos doados como móveis em ótimo estado de conservação. Para doar, ligue para o telefone 11 5908-7899 .
Exército da SalvaçãoPara os bazares beneficentes da instituição são aceitas doações de roupas, móveis e outros objetos. Para a retirada dos itens, agende via telefone (4003-2299) ou através do site www.exercitodoacoes.org.br.
Portal da AjudaA associação recebe e distribui as doações para instituições previamente cadastradas. Para doar, ligue para o telefone 11 5181-1330 ou acesse o site www.portaldajuda.org.br.
Seara BenditaA instituição religiosa espírita aceita doações de roupas novas ou usadas, brinquedos, eletrodomésticos e móveis (em bom estado de conservação) para o bazar. Para doar, ligue: 11 5533-5172 .
UNIBES - União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar SocialPara o bazar da entidade, qualquer tipo de produto em bom estado é aceito como doação (móveis, roupas, acessórios, eletroeletrônicos, livros, utilidades domésticas, objetos de arte, decoração e até material de escritório). Para agendar a retirada ou obter mais informações, ligue para: 11 3311-7266