Faça um arranjo bonito e diferente para enfeitar a casa em ocasiões especiais, como o Natal.
http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/album/2012/11/08/faca-um-arranjo-bonito-e-diferente-para-enfeitar-a-casa-em-ocasioes-especiais.htm
Para sugestões práticas vivenciadas, fotografadas e outras baseadas em pesquisas na internet: blog s, sites, link s e seus devidos créditos. Facilidades para a sua casa, arte e decoração, paisagismo, fotos e materiais para uma composição plástica... Alternativas para viver bem.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Site Design 26º Prêmio MCB
Conheça os vencedores do 26ª Prêmio Design MCB (Museu da Casa Brasileira)http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/album/2012/11/22/conheca-os-vencedores-do-26-premio-design-mcb.htm#fotoNav=6
Jardins, plantas e combate às pragas
Ingredientes culinários comuns tornam-se aliados no combate a pragas no jardim e na horta
Karine SerezuellaDo UOL, em São Paulo
http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/redacao/2012/10/23/ingredientes-comuns-da-cozinha-podem-ajudar-na-jardinagem-veja-receitas-caseiras-para-adubar-e-controlar-pragas-e-doencas.htm
As soluções preparadas com cebola, alho ou pimenta podem ajudar no combate de pragas e doenças.
- Temperos como pimenta e coentro, cebola ou alho e cascas de legumes e frutas são facilmente encontrados em sua cozinha e, acredite, ajudam também no combate às pragas da jardinagem e na composição de adubos. Alternativas naturais e orgânicas aos inseticidas químicos e aos fertilizantes sintéticos, podem se tornar insumo para a nutrição do solo do seu jardim ou horta e combater de lesmas a fungos. As receitas e a aplicação são simples, porém, como são soluções concentradas, devem ser mantidas longe do alcance de crianças e animais domésticos. Siga as indicações dos especialistas e mãos à obra!
Os defensivos naturais mais comuns para jardinagem são aqueles produzidos a partir de plantas, muitas delas, usadas na cozinha de casa. De acordo com o engenheiro agrônomo e professor da Escola de Jardinagem do Parque Ibirapuera de São Paulo, Mário do Nascimento Júnior, substâncias como as pimentas ardidas agem como repelentes e podem eliminar os insetos no jardim.
Receitas caseiras para o combate de pragas e doenças
Foto 1 de 5 - Calda de alho ou pimenta serve como repelente de insetos para as plantas Arte UOL
Cascas de legumes e frutas viram adubo
A adubação orgânica ajuda na melhora das propriedades físicas e biológicas do solo, fornecendo às plantas os nutrientes para seu bom desenvolvimento. Para o pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Sebastião Wilson Tivelli, todos os resíduos orgânicos podem ser utilizados como fertilizante natural, no entanto, alerta:
- Os resíduos orgânicos podem ser usados como fertilizante natural para o jardim
- Determinados substratos não podem ser utilizados "in natura", porque demoram anos para disponibilizar seus nutrientes para as plantas. Como exemplos podemos citar a casca de ovo e a concha de frutos do mar que devem ser usadas somente após torrefação.
Tivelli aconselha a preparar o fertilizante com restos orgânicos encontrados na sua localidade e que sejam de baixo custo. “Sugiro que em jardinagem doméstica seja utilizado o resíduo de grama que sobra após o corte e o resíduo de folhas e galhos que caem naturalmente ou são podados. Ambos servem perfeitamente para serem compostados”, diz.
Entre os adubos naturais, Mário do Nascimento Júnior, recomenda o húmus de minhoca e o composto orgânico. O agrônomo ensina como fazer o adubo através do processo de compostagem.
O capim, as aparas de grama, folhas e cascas de legumes e de frutas podem virar adubo orgânico
- Preparo do composto orgânico
- Pique as cascas de legumes e frutas para facilitar a decomposição
- Depois de juntar os substratos, deposite-os sobre o solo, em camadas de aproximadamente dez centímetros de altura, sempre alternando com terra "preta" rica em húmus ou mesmo terra do jardim. Nesta etapa, é possível fazer uso combinado de esterco animal, como o de gado;
- Após montar a pilha, cubra-a com palha ou uma camada de terra de três centímetros. Uma dica é acrescentar um punhado de cal sobre o monte, isso evita o mau cheiro e a proliferação de insetos;
- Coberta a pilha, realize regas periódicas para manter a umidade e revolva o material uma vez por semana, de forma a expor a parte interna para haver aeração e homogeneização da massa;
- O tempo para decomposição dos substratos é de aproximadamente três a quatro meses. Ao fim do processo, repare que as camadas originais não podem se distinguir. “Quando o material estiver bem homogêneo, de cor escura, com a consistência de terra e com cheiro agradável, está pronto para utilização como adubo”, explica Nascimento.
- Em vez de simplesmente descartar o resíduo orgânico gerado em sua casa, e encaminhá-lo a um aterro sanitário, que tal contribuir para o equilíbrio do planeta, transformando-o em adubo e fertilizantes naturais em uma composteira? Conheça dois modelos diferentes e veja como é simples construir a sua
Fabiano Cerchiari/UOL
Mesmo sendo caseiros e naturais, alguns preparados podem ser perigosos à saúde das pessoas e dos animais da casa. Por exemplo, a conhecida calda de fumo, utilizada em muitas regiões do Brasil para repelir e matar insetos como os pulgões e cochonilhas, possui a nicotina como princípio ativo, substância nociva aos seres humanos.
Tivelli explica que, ao usar essa calda no controle de insetos, é preciso respeitar um período de carência de sete a dez dias antes da colheita. Por isso, mesmo os defensivos alternativos devem ser manipulados e utilizados com cuidados. Sempre se informe e busque orientação com profissionais capacitados.
Manacás
MANACÁS - pesquisa
Página UOL19/10/201207h02 Perfume do passado: cultive o manacá-de-cheiro e atraia borboletas à varanda e ao jardim > Simone Sayegh
Do UOL, em São PauloO manacá de cheiro era presença certa nos quintais das casas das vovós do início do século 20. Hoje não é tão fácil encontrar essa espécie nativa da Mata Atlântica em quintais, porque boa parte desses lotes cheios de pomares e flores deu lugar a apartamentos. “Vintage”, esses arbustos de flores brancas e roxas ou azuis podem ser cultivados em vasos.
“Porém, como seu perfume é bem forte, deve-se ter o cuidado de não plantá-lo próximo a dormitórios de crianças e de pessoas mais sensíveis”, explica o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas.
Além de disseminar seu odor característico, o manacá é conhecido por atrair borboletas, a “borboleta do manacá” (Methona themisto), que se desenvolve exclusivamente nas folhas dessa planta. Portanto não se assuste se “brotarem” lagartas, além de flores de sua arvorezinha. Elas não fazem mal a planta, portanto, evite destruí-las.
Senhoras e senhores, o manacá
O manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora) é um arbusto lenhoso da família das Solanaceaes, da qual também fazem parte o tomate, a batata e o tabaco. Seus nomes populares mais comuns são: manacá-de-jardim, garetataca, mercúrio-vegetal e romeu-e-julieta.
Parecido com uma pequena árvore, detém copa que pode atingir de 2 a 3 metros de altura e até 2 m de diâmetro. Seus ramos são densos e suas folhas ovaladas, lisas e verde escuras. “Se podado, o arbusto toma a forma de arvoreta”, explica Jadão. É uma planta de zonas tropical e subtropical, adaptada a climas quentes. Mas tem um melhor desenvolvimento em zonas onde há grandes diferenças de temperaturas (dias quentes e noites frias).
De acordo com o paisagista Paulo Cezar Heib, as flores do manacá nascem nas extremidades de seus ramos e passam do azul violeta ao branco, durante a floração, principalmente na primavera e verão. “A beleza e o perfume conferem à planta um grande valor ornamental”, avalia.
Cultivo
No mercado é possível encontrar desde pequenas mudas com cerca de 50 cm até plantas já formadas com quase 2 m de altura. A escolha do tamanho dependerá do projeto paisagístico e do espaço disponível.
O cultivo do manacá é feito através sementes, por estaquia ou - simplesmente – pelo transplante de mudas que surgem das raízes de um exemplar maior, o que torna o manacá-de-cheiro uma espécie entouceirada.
Para o bom desenvolvimento, o manacá precisa de muito sol. Versátil, a planta pode ter cultivo isolado ou em grupo, inclusive na forma de renques (as populares cercas-vivas). Quando em vasos, cuide para que os recipientes sejam profundos e com grande diâmetro para não sufocar as raízes e dar boa sustentação ao arbusto.
Para o plantio, a melhor época é o final do inverno ou início da primavera, em solo rico em matéria orgânica. O substrato farto geralmente é suficiente para suprir os nutrientes pedidos pelo manacá, mas isso não impede a adubação química (adubo com enxofre e potássio). Todavia, neste caso, é fundamental seguir a recomendação via embalagem quando do preparo da terra virgem. Depois dessa primeira adubação, repita o processo a cada três meses.
Manutenção
Para manter a boa hidratação e evitar apodrecimento, as regas em canteiros devem ser diárias durante o período de floração, regulares em época de poucas chuvas e moderada em períodos chuvosos, em todos os casos, porém, a terra deve ser regularmente drenada. No caso dos vasos, as regas devem ser sempre regulares (2 a 3 vezes semanais) e a terra que envolve a planta deve ser trocada a cada dois anos.
De acordo com Heib, o manacá-de-cheiro é uma planta que aceita muito bem as podas. O arbusto pode ser limpo após o outono, quando a planta se prepara para entrar em dormência. “Essa limpeza consiste na retirada dos galhos secos e folhas amarelas”, explica.
Pragas
Se encaradas como pragas, as lagartas amarelas e pretas são a ocorrência mais comum nesse arbusto lenhoso, pois depositam seus ovos nas folhas do manacá. Porém, as lagartas e borboletas não trazem dano à planta.
De outro modo, os fungos tendem atacar o manacá nos períodos mais úmidos do ano. Tais microrganismos podem ser eliminados sem grandes dificuldades com uso de fungicida, sob recomendação de um paisagista ou engenheiro agrônomo.
Além dos fungos, o arbusto também é suscetível à ação de cochonilhas e pulgões, mas esses insetos só devem ser combatidos com repelentes quando o manacá não estiver no período de floração.
Menor que o "de cheiro", o manacá-da-serra tem menos perfume e flores mais violáceas
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